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156 anos do Livro dos Mediuns

 
 

No ano de 1858, Allan Kardec publicou em pequeno manual cujo título era “Instruções práticas sobre as manifestações espíritas”, com o objetivo de auxiliar aqueles que desejassem realizar ou participar de reuniões mediúnicas.

Três anos depois, no dia 15 de janeiro de 1861, esse manual foi substituído, em definitivo, pela segunda obra de Kardec: “O Livro dos Médiuns”. Seu desejo era que os espíritas estudassem mais profundamente o problema mediúnico, não se limitando apenas às informações iniciais daquele pequeno livreto.

No ano seguinte, Kardec fez a revisão de “O Livro dos Médiuns”, contando para isso com a ajuda dos Benfeitores Espirituais, acrescentando um número muito grande de observações e instruções do mais alto interesse para médiuns e doutrinadores. Essa edição revisada tornou-se a definitiva.

Kardec apresentou “O Livro dos Médiuns” como sendo uma continuação de “O Livro dos Espíritos” (publicado em abril de 1857) e também considerado por ele como sendo em grande parte obra dos próprios Espíritos, pois foram eles que fizeram as modificações e revisões. Afirmava que “O Livro dos Médiuns” desenvolve a parte prática do Espiritismo. Por isso mesmo é o livro básico da Ciência Espírita, um tratado de mediunidade indispensável a todos os que se interessam pela boa realização de trabalhos mediúnicos e pelo desenvolvimento das pesquisas espíritas. Na primeira página, ele destaca seu conteúdo:

“Contém o ensino especial dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo.”

Grupo Espírita Allan Kardec

 

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